quarta-feira, 16 de abril de 2014

A SIMPLICIDADE DA MENSAGEM DO EVANGELHO.

         
O Evangelho no seu conteúdo tem a mensagem mais simples que alguém pode ouvir. Não existe nenhuma complexidade, nenhuma coisa difícil que não possa ser discernida e interpretada por aquele que está buscando a Deus.          

O Evangelho é a mensagem da simplicidade, que pode ser entendida por todos independente do grau de conhecimento ou cultura, em todas as áreas e em todos os tempos.

O Evangelho decodifica-se com a nossa mente, e fala ao nosso coração, como a água do rio fala a terra quando percorre o seu leito.

O Evangelho tem a mensagem dos lírios dos campos, que não fiam, não costuram e nem se utilizam de mãos humanas para fazer os seus adornos, e que hoje existe e amanhã é lançada fora. No entanto, nem Salomão em todo o seu esplendor se vestiu como qualquer um deles.

O Evangelho tem a mensagem do semeador que simplesmente saiu a semear. E semeou..., e algumas caíram em terras não muito boas, e outras caíram em terras boas e germinaram, cresceram e prosperaram.

O Evangelho tem a mensagem do homem vestido de roupa de pele de camelo, que se alimenta de gafanhotos e mel silvestre, e que preparava o caminho daquele que estava por vir.

O Evangelho tem a mensagem dita de forma solene ao mestre dos Judeus: Nicodemos, ao qual foi revelada a necessidade que  todo o homem tem de passar pelo novo nascimento.

O Evangelho tem a declaração do coração arrependido de Zaqueu, que não era bem visto por todos, nem pelos de sua própria casa, mas que foi admirado, bem visto por aquele que parando embaixo da figueira onde ele tinha subido, olhando para cima disse: “Desce depressa, porque hoje eu vou passar a noite na tua casa”. Ninguém sabe o que aconteceu ali. Mas algo extraordinário aconteceu, porque Jesus não só passou a noite em sua casa, não só se alimentou do que lhe ofereceu, mas com toda a certeza o amou como amor indizível, que foi fundo em sua alma, e tirou dele toda a prisão e abandono que havia se acumulado ao longo de sua vida e gerou em seu ser um profundo e genuíno arrependimento que foi expresso através da declaração: “Resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais (Lc 19.8).

O Evangelho tem a mensagem da humildade, da confiança, do descanso Naquele que chamou as pessoas para estar perto dEle para  fazê-los pescadores de homens. 

O Evangelho simples da casa de Simão, da beira-mar, do sermão do monte, do caminho de Emaús que fez a diferença na vida de muitos e que tem impactando toda a humanidade.

O admirável e restaurador Evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Assunto melhor não há...
    

           Shalom

           Pr. Croce

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O FRIO QUE VEM DE DENTRO...


Assim como o frio nos leva a buscar um lugar aquecido e o calor suscita o desejo pelo frescor, também deveria ser a normalidade para com as outras carências humanas. Entretanto, a dor imediata que busca a rápida resposta, como no caso do dolorido frio, deveria se equiparar aos reclamos dos sofredores e lavá-los a rápidas e satisfatórias respostas.

Essa “dor imediatista” não deveria ser tão egoísta. Outros também passam frio e grandes necessidades, mas, a frieza da alma de alguns não param para pensar nas necessidades dos outros. Existem muitas dores que deveriam ter a mesma resposta que damos para o frio que invade a nossa casa, e nosso corpo.

Lamentavelmente além desse “frio”, existe outra frieza que se sobrepõem, isto é, a frieza espiritual da alma humana. É uma “frieza” que se manifesta todos os dias e em todos os lugares com os excluídos, injustiçados, famintos e desprotegidos. Na verdade, essa tendência é o reflexo das “geleiras” da alma de homens e mulheres que se encontram vazios, compostos por um vácuo de Deus dentro de si.

Para acalentar essa frieza existe outro aquecedor, que não se compara aos agasalhos, cobertores e aquecedores que com maestria fabricamos e estocamos. Refiro-me ao Espírito Santo, a Graça de Cristo que se manifesta a homens pecadores que nada merecem, e que apenas deveriam “crer” (Ef 2.8). Com este aquecedor divino, não seríamos egoístas, egocêntricos e cegos para com as necessidades dos outros.

Que nesse “frio” dolorido, façamos as grandes lições da vida para que nossa alma seja sempre aquecida com a graça e o amor de Deus. Que nesse inverno o nosso coração ferva com as manifestações do Espírito Santo. Que nesse tempo de muitos agasalhos, deixamos Cristo agasalhar a nossa alma, porque assim também agasalharemos os outros, não apenas com os agasalhos, mas com o amor, o perdão, a compreensão e mansidão. Pense um pouco mais sobre isto nesses dias friorentos. Não deixe que o frio que vem de dentro se expanda.  Aqueça-te nesse inverno com a Graça de Cristo. Pense nisso.


Shalom... Pr Croce

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O TREM DA VIDA

A vida pode ser comparada a uma viagem de trem, cheia de embarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros.

Quando nascemos entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que julgamos que estarão sempre conosco: nossos pais. Infelizmente, isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos no cominho, amizade e companhia insubstituível... Mas isso não impede que durante a viagem, pessoas interessantes e que virão a ser mais que especiais para nós embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos. Muitas pessoas tomam esse trem apenas a passeio. Outros encontrarão nessa viagem somente tristeza. Ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por este trem de forma que , quando desocupam seu acento, ninguém sequer percebe. Curioso é perceber que alguns passageiros que nos são tão queridos, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante o percurso, atravessemos, mesmo que com dificuldades, o nosso vagão e cheguemos até eles... só que, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado para sempre.

Não importa, a viagem é assim, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperanças, despedidas... porém, jamais retornos. Façamos essa viagem, então da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e provavelmente precisaremos entender, pois nós também fraquejamos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que nos entenderá. Eu me pergunto se quando eu descer desse trem sentirei saudades... acredito que sim. Separar-me de algumas amizades que fiz será, no mínimo, dolorido.

Deixar minha família continuar a viagem sozinha será muito triste, mas me agarro à esperança de que em algum momento, estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar com uma bagagem que não tinham quando embarcaram... e o que vai me deixar mais feliz será pensar que eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.O grande mistério, afinal, é que jamais saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros, ou até aquele que está sentado ao nosso lado. Façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido a pena e que, quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem da vida.


                                                              Shalom... Pr. Croce.

OS OBSTÁCULOS DO DISCIPULADO.

            
Todo aquele que começa a seguir a Cristo pode estar certo de que muitos fogem, seguindo caminhos que surgem diante dele. Ser-lhe-ão dadas numerosas oportunidades para retroceder. Outras vozes o chamarão, oferecendo-se para cortar polegadas da cruz.. Doze legiões de anjos estão prontas para tirá-lo da senda da renúncia de si próprio e do sacrifício.
            William Mac Donald[1] nos dá uma notável ilustração disto no relato dos três candidatos a discípulo que permitiram que outras vozes tivessem precedência à voz de Cristo fazendo referência a Lucas 9.57-62: “Três homens, cujos nomes não são mencionados, estiveram face a face com Jesus Cristo. Sentiram-se movidos por uma compulsão interna a segui-LO. Mas permitiram que alguma coisa mais interferisse entre as suas almas e a completa dedicação.
            1º O Senhor Precipitado[2]. Tem-se dado ao primeiro o nome de sr. Precipitado. Entusiasticamente apresentou-se como voluntário para seguir o Senhor por toda parte: “Seguir-te-ei para onde quer que vá”. Nenhum preço seria demasiado alto. Nenhuma cruz seria demasiado pesada. Nenhum caminho seria demasiado áspero.
            A princípio a resposta do Salvador não parece ter ligação com o espontâneo oferecimento do  sr. Precipitado. Disse Jesus: “As raposas têm o seus covis e as aves dos céus, ninhos;  mas o filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”. Na verdade, a resposta do Senhor foi muito apropriada. É como se dissesse: “Alegas que estás disposto a seguir-me por toda a parte, mas estás disposto a fazer isto sem as comodidades materiais da vida? As raposas têm mais comodidades deste mundo do que eu. As aves têm ninhos que podem dizer que lhes pertencem. Mas eu sou um Peregrino sem lar no mundo que as minhas mãos fizeram. Estás pronto a sacrificar a segurança de um lar e seguir-me? Estás pronto a renunciar às legítimas comodidades da vida a fim de servir-me devotadamente?”
            Ao que parece, o homem não estava disposto a isso, porque não ouvimos falar mais deles nas Sagradas Escrituras. O seu amor pelas conveniências terrenas foi maior que a sua dedicação a Cristo!
            2º O Senhor Moroso. Ao segundo se tem dado o nome de Senhor Moroso. Não foi voluntário como o primeiro; em vez disso, o Senhor o chamou para que fosse um seguidor. Sua resposta não foi uma recusa completa. Não é que estivesse inteiramente desinteressado no Senhor. Mas havia algo que ele queria fazer primeiro. Este foi o grande pecado. Colocou as reivindicações dele acima das de Cristo. Note-se a sua resposta: “Permite-me ir primeiro sepultar meu pai”.
            Ora, é perfeitamente legítimo que um filho mostre respeito natural a seus pais. E se um pai morre, por certo está dentro dos limites da fé que o filho lhe dê um sepultamento decente.
            Mas as legítimas cortesias da vida tornam-se positivamente pecaminosas quando tomam prioridade sobre os interesses do Senhor Jesus. A verdadeira ambição da vida “deste homem é exposta no seu pedido nu e cru: “Senhor, permita-me... primeiro...”. As outras  palavras que disse eram simples camuflagem para ocultar o seu subjacente desejo de colocar o seu “eu” em primeiro lugar.
            Transparece que ele não percebeu que pedir permissão ao Senhor e colocar-se em primeiro lugar era um absurdo moral e uma impossibilidade moral. Roga-se a permissão a Cristo, reconhecendo-o como Senhor, então Cristo é que tem de vir em primeiro lugar. Se o pronome pessoal “eu” – ou seu equivalente – ocupa o trono, Cristo não está mais na direção.
            O Sr. Moroso tinha um trabalho para fazer, e deixa que esse trabalho ficasse com o primeiro lugar. Portanto, foi pertinente que Jesus lhe dissesse: “Deixa aos mortos sepultar os seus próprios mortos. Tu, porém, vai, e prega o reino de Deus”. Podemos parafrasear as Suas palavras como segue: ”Há certas coisas que os espiritualmente mortos podem fazer tanto como os crentes. Mas há outras na vida que somente o crente pode fazer. Vê que não passes a vida fazendo o que um inconverso poderia fazer igualmente bem. Deixa que os mortos espiritualmente enterrem os fisicamente mortos. Quanto a ti, porém, age como indispensável. Deixa que o impulso dominante da tua vida seja o de promover o progresso da minha causa na Terra”.
            Parece que o preço era alto demais para o sr. Moroso pagar. Saiu do palco do tempo para entrar num anônimo silêncio.   Se o primeiro ilustra as comodidades materiais como um obstáculo ao discipulado, o segundo pode falar de um serviço ou ocupação tomando precedência sobre a principal razão da existência de um cristão. Não é que haja algo errado num emprego secular; a vontade de Deus é que o Homem trabalhe para prover às suas necessidades e às de sua família. Mas a vida do verdadeiro discípulo exige que o reino de Deus e a sua justiça sejam procurados primeiro; que o crente não passe a vida fazendo o que o não regenerado pode fazer tão bem, se não melhor; e que a função de um trabalho seja simplesmente prover às necessidades comuns, enquanto que a principal vocação do cristão é pregar o reino de Deus.
            3º O Senhor Tranquilo. Costuma-se chamar o sr. Tranquilo  ao terceiro homem. É parecido com mo primeiro em que também se apresentou voluntariamente no uso que fez das palavras contraditórias: “... Senhor deixa-me primeiro....”. Disse ele: “Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro despedir-me dos de casa”.
            Uma vez mais temos de admitir que, tomada de si mesma, não havia nada de errado com essa solicitação. Não é contrário à lei de Deus mostrar interesse amoroso pelos nossos parentes ou observar as regras da etiqueta ao deixá-los. Qual foi, pois, o ponto em que este homem falou no teste? Este, permitiu que os ternos laços naturais usurpassem o lugar de Cristo.
            Assim foi que, com penetrante compreensão, o Senhor Jesus disse: “Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás, é apto para o reino de Deus”. Em outras palavras: Os meus discípulos não são feitos de substância tão egocêntrica e maleável como a que exibes. Quero como discípulos aqueles que estejam dispostos a renunciar aos laços familiares, que não se deixem levar por parentes sentimentais, que me ponham acima de todos os demais em suas vidas.
            Somos forçados a concluir que o sr. Tranquilo deixou Jesus e se foi tristemente estrada fora. Suas mais que confiantes aspirações ao discipulado romperam-se nas rochas dos laços da afinidade familial. Talvez fosse uma chorosa mãe a solução: “Você partirá o coração de sua mãe se me deixar para ir par o campo missionário”. Não sabemos. Tudo que sabemos  que a Bíblia generosamente evita dar o nome deste fraco indivíduo que, voltando atrás, perdeu a maior oportunidade da sua vida, e ganhou o epitáfio: “Inapto para o reino de Deus”.
         
          Sumário: São estas, pois as três formas primárias de extravio do verdadeiro discipulado, ilustradas pelos três homens que não estiveram dispostos a percorrer todo o caminho com o Senhor Jesus Cristo.
         
         O sr. Precipitado demonstrou amor pelas comodidades terrenas.
         O sr. Moroso apegou-se a precedência de um emprego ou de uma ocupação.
         O sr. Tranquilo deu prioridade aos laços familiares.

O Senhor Jesus ainda chama, como sempre chamou, homens e mulheres para segui-lo heróica e sacrificialmente. As rotas de fuga ainda se apresentam dizendo com palavras solícitas: “Poupa-te! Longe de ti tal coisa!”. Poucos se dispõem a responder positivamente.
Shalom...Pr Croce.



[1] William MAC DONALD – O Discipulado Verdadeiro  p.16-21 – Mundo Cristão.
[2] ibid


INVOLUÇÃO

Nossa geração cresce e vive na era da incerteza
Onde o progresso destrói ao invés de ajudar
A poluição mental invadiu nossos corações
Ambição, medo, inveja, violência,
Involução total, degradação espiritual
Involução total...total!
Idealistas não conseguem nos livrar
Tentam mudar o quadro negro que pintamos
A poluição mental invadiu nossos corações
Ambição, medo, inveja, violência,
Involução total, degradação espiritual
Involução total...

Meu Deus, ah, meu Deus, só Tu é capaz
De mudar a história do homem
A nossa visão, o destino do mundo
Tu fazes a revolução do amor
És capaz de acabar com essa regressão
Revolução do amor... Amor
A cura pra nossa geração
A cura... total!
Não é um sonho! Nem fantasia... não é uma onda
Porque de Deus não se zomba, meu irmão!

Autor desconhecido.

Shalom...Pr Croce.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

O SINAL DA CRUZ É BÍBLICO E RECOMENDÁVEL?


A Prática de venerar e usar a cruz como símbolo, tem fundamento bíblico?
Esse assunto é polêmico, mas bom para refletir. No ano 400 – Paulo de Nola ordena que se reze pelos defuntos e ensina o sinal da cruz feito no ar (por causa da suposta visão do pagão imp. Constantino), no ano 787. Pelo 2º Concílio de Nicéia foi estabelecido o culto às imagens e a adoração da Cruz re Relíquias de santos.
Vemos que somente o até então, “BISPO DE ROMA”, sob a influência mística de Constantino, que sonhou com uma cruz (que já era um sinal de veneração pagã romana, bem como forma de tortura) INVENTA A HERESIA DOGMÁTICA DO SINAL DA CRUZ FEITO NO AR.
No Século VII, torna-se um símbolo do Romanismo papal, e pseudo-símbolo do Cristianismo, o que é um ledo engano, pois a Cruz jamais havia sido utilizada como símbolo do Cristianismo pela Igreja Primitiva; antes, porém, o símbolo que os cristãos usavam era o “PEIXE”, cuja palavra grega e suas letras: “ICTHUS”, significavam a essência da fé cristã: “JESUS CHRISTOS THEOU UIOS SOTER, que quer dizer: Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador”. Obs. Isso se confirma “in locum”, pois quando estive visitando as Catacumbas de Roma, vi claramente esse símbolo nos túmulos dos cristãos martirizados. O Peixe era o símbolo, secreto usado pelos cristãos.
Muitas denominações protestantes usam esse símbolo pagão, erroneamente introduzido no Cristianismo, o que é um grande erro, pois:
Qual pai usaria como símbolo de sua fé, uma faca que matou seu próprio filho? Ou ele mandaria confeccionar miniatura do revólver que tirou a vida de seu filho para ser venerada? Se Jesus tivesse morrido numa forca seria então “uma forca” que estaria nos altares romanistas e de algumas denominações protestantes?
Jamais isto foi ensinado pelos Apóstolos, pois o “madeiro” (Stauros) era símbolo de maldição e costume do paganismo (Gl 3.13; Dt 21.23)
Paulo quando fala do “madeiro” (Stauros no grego), diz que “a palavra da cruz (stauros) é loucura para os que perecem (1 Co 1.17,18).
Portanto, é Jesus e seu amor revelado ali que é loucura para os que perecem e não “a cruz” ou este “sinal pagão; pois quando as pessoas fazem isto em seu corpo ou no ar estão se amaldiçoando, pois era “símbolo de maldição”. Por isso até os “espíritas” usam tal sinal, dizendo estar “fechando o corpo”.
Portanto, não há fundamento bíblico para mo “sinal da Cruz”, não temos nenhuma ordenança para tal prática. O problema é que no decorrer dos tempos se engendram heresias e costumes que se transformam em dogmas e se omite as razões e fundamentos de seus nascedouros. Assim também ocorre com a data 25 de dezembro que não tem nada a ver com o nascimento de Jesus etc.
                                                                         Shalom... Pr. Croce.